Festival de Artes integradas

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Marina Machado

Perceber o corpo – Performar a atuação em palco.

O artista deve se perceber.
E mais, “O artista deve se relacionar com o silêncio.”

Marina Machado bailou na oficina “Performance para palco”, somando o oitavo mês de sua gestação, propôs a todos uma autorrevelação silenciosa, meio doida, intensa, quase discreta do que se pode aproveitar ao se apresentar em público, e deu um toque especial sobre o entusiasmo de um artista que se vê multifuncional, juntamente com sua parceira, a prof Celinha, fizeram resultar uma rica troca de percepções e reflexões acerca do que pode o artista quando se percebe entregue de corpo e alma em cada atuação da vida.

Algumas interrogações foram compartilhadas ao longo das idéias trocadas na universidade de música popular – a Bituca. A oficina reuniu em uma manhã e duas tardes repletas de céu azul, músicos que pretendem a carreira enquanto plano de vida, enquanto realidade e que ouviram das convidadas relatos e experiências de resultados positivos com êxito na profissão MÚSICO. Pois é!

Houve um ensaio de uma canção em que os alunos performaram junto a banda na apresentação da noite; foi uma felicidade coletiva, estimulante para os que dividiram do prazer de cantar livremente ao público.

Texto: Alice Floripes

Fotos: Dihleeall

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O sábado no Alambique

O terceiro dia do Alambique foi aberto com a apresentação da Pequena Morte. Ska contagiante que marcou a primeira circulação da banda pelo programa Música Minas e a sua primeira apresentação em Barbacena. Eles caem na estrada ainda hoje e o próximo show será em Fortaleza. Em breve a banda pretende entrar em nova tour e surpreendeu o público do Alambique do Som tocando duas música novas.

A segunda banda se apresentou na terceira noite do Alambique do Som foi a banda de Lagoa Santa foi a Nuvem um power trio do caralho que deu a noite um som irreverente com letras bem trabalhadas fiquei impressionada com a qualidade do som dos caras mais uma banda para o meu playlist. Logo em seguida a banda residente de Barbacena Pre Pagos invadiu o palco com uma pegada forte e abrasileirada o show foi seguindo com a mesma animação ate a ultima música.


E para encerrar a noite da banda de São Paulo Saulo Duarte e a Unidade veio com mais vigor ainda com uma performance de palco gritante além de um foda os caras são naturais do nordeste do Brasil onde caindo no som o brega em certas músicas é supriendente.

Texto: Dihleeall e Marcos Faria

Foto: Dihleeall


Slim Rimografia

Para o Alambique do “Rock”, um dos melhores shows de Hip-Hip que já vi. Slim Rimografia, com a habilidade vocal (um dos melhores beats vocais que tive a oportunidade de presenciar), performática e principalmente, improvisatória (entre Michael Jackson, Britney Spears e improvisos sobre Barbacena, o coletivo e Rap) desde o início, até a saideira, não vi ninguém parado. Slim proporcionou, nesse momento, o show mais dançante, se assim se diz, do Alambique do Som.

O que se esperar do Hip-Hop, Slim transmite. O hip-hop, pra “leiga maioria” ainda carrega a imagem do rap marginal, e hoje, a nova tendência do rap hip-hop abusa da excelência técnica e cultural. Slim é, portanto, um dos maiores ícones dessa levada.
Com apenas um notebook e samplers, o palco é, sem dúvida, pequeno pra tanto talento.

Texto: Dihleeall e Iago Rezende


Silva Soul

Ver a galera reunida, dançando em coreografias iguais, complicadas e divertidas é o maior mérito do Silva Soul nesse show. Em uma conversa com Walbor Calado e U Miranda, dançarinos, a opinião geral foi que, mesmo em uma cidade onde o hábito de dança e extroversão não seja o maior, o resultado foi surpreendente, fazendo com que a mesma platéia tímida e retraída se transformasse em um grupo único, livre de conceitos pré definidos e multicultural. E esse foi o proveito de tudo, a atenção obtida pela dança através da música, a união de pessoas com conceitos diferentes e dinâmicos.

Iago Rezende

Dih Leeall


Violentango

Logo no final do primeiro dia de shows do Alambique do Som, recebemos Violentango, uma banda composta de cinco membros (Adrián, Juan Manuel, Santiago, Camilo e Ricardo).
A proposta é interessantíssima e eles conseguem, com êxito, transformar o que conhecemos como clássico do tango em uma música inédita. Os ritmos que a banda conseguiu são de certa forma, fora do normal. Uma oportunidade que Barbacena (ou parte dela, que enfrentou o frio!) se orgulha de ter tido a oportunidade de apreciar.

Texto: Iago Resende

Fotos: Edson


Marina Machado

Padam, padam, padam…

Uma desenvoltura fora do normal, duas pessoas em uma só, atingindo um público que se delicia em suas palavras… Marina Machado, grávida, mostra enorme presença de palco, esbanja simpatia. Ainda se surpreende se apresentando, mesmo depois de tantos anos de carreira. Com um repertório vasto, inovador e auxiliado por belas vozes ministradas pela mesma na oficina “Performance de Palco”. Marina Machado emocionou o público cantando com os alunos. De Edith Piaf  à Milton Nascimento, com brechas para músicas de sua autoria, ninguém parece se cansar de ouvir, ver e curtir uma pessoa com tanto talento e autênticidade.

Fotos: Dihleeall

Texto: Iago Rezende e Katarina