Festival de Artes integradas

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Cenarte

O mundo é cheio de referências abstratas. E entre tantos fatos agradáveis convivemos com dramas que interferem em nosso bem viver. “Mais Do Que Se Vê – mundo abstrato” é uma fragmentação de pensamentos sobre “alguns” poucos destes dramas que vivemos e os personagens somos nós mesmos – O ELENCO.

A peça nem sempre corresponde a um vivência real dos atores, porém tudo é facilmente observável em nosso mundo ou no mundo particular de grupos ou seres individuais. Assuntos históricos representados com expressividades contemporâneas e deleite de uma plástica abstrata e outras da arte moderna. Teatro Físico… Teatro de Dança, Musicalidade Cênica.

 

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Prima Joaquina

A banda PRIMA JOAQUINA iniciou seus trabalhos em 2010, reunindo em seu repertório gêneros que transitam do grunge americano dos anos 90 ao metal executado na atualidade. Em essência, é uma banda de rock.

Apesar da criação recente, a banda PRIMA JOAQUINA conta com integrantes que já passaram por várias experiências musicais. As influências e o estilo dos músicos  são variados, perpassando por Pearl Jam, Red Hot Chilli Peppers, Metallica, Stone Sour, Foo Fighters, Stone. Temple Pilots, dentre outros.

Acreditam que seu som pode preencher uma lacuna existente no mercado da região, ao trazer uma diversidade de gêneros do rock, combinando baladas com músicas de maior pegada.

Conheça a banda:

Veja como foi a edição de 2012.

O vídeo cobertura do Festival Alambique do Som de Artes Integradas ficou colorido, assim como a cidade, que comemorou seu aniverário pela 3ª vez consecutiva ao entorno de um festival de artes integradas, conexão humana, celebração da vida,
ritual de encantamento dos espaços das pessoas. O Circuito Mineiro de Festivais e a Rede Brasil de Festivais juntos do poder público local, dos cidadãos, dos amigos. Lindo de ver. Vamos mostrar pra ver como que Barbacena reflete ela mesma? É a loucura que cria e cura o que precisa
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Sistema Nacional de Cultura – um plano para o país nascendo nas cidades

A cultura é a poupança de um país? É o recurso que sobra para investir quando as contas estão pagas?

A cultura é tudo que permeia a vida de um país e, de dez anos pra cá, mostrou-se o amálgama essencial capaz de estruturar o desenvolvimento acelerado que o Brasil vive. Para se tornar eixo fundamental e pedra filosófica do desenvolvimento social, cidadão e humano brasileiro a cultura precisa de logística, compreensão, alcance, diálogo, voz, ouvidos, recursos. O Sistema Nacional de Cultura prevê interconexão entre e com todas as cidades e poderes públicos municipais, estaduais e nacional.

Barbacena vai ficar fora dessa?

É preciso ter Fundação/Secretaria Municipal de Cultura – nós temos a FUNDAC; é preciso ter Lei/Fundo Municipal de Cultura – nós temos o fundo; é preciso criar coletivamente um calendário e planejamento para a cultura na cidade – e é esse o nosso belo e intenso desafio! Sentiu-se desafiado? Vamos realizar uma ampla mesa de debates, tendo como convidado Fred Maia – ex-assessor especial do Ministério da Cultura, poeta, articulador e grande figura do cenário cultural brasileiro, nesta quarta-feira, às 19 horas, no Auditório da FUNDAC.

Convide os amigos, os candidatos, os agentes culturais. É ano de eleição, e mais que propostas, precisamos de ação ininterrupta a favor dos sistemas Municipal e Nacional de Cultura.

Loucura Que Cria, Loucura Que Cura

A loucura, conceito de questionamento sempre contemporâneo do homem e o meio onde ele reside, habita, ocupa, preenche, mexe e remexe, modifica. Este limiar essencial já aprisionou vidas humanas entre muros, criando tragédias silenciosas. Em Barbacena, famigerada de Cidade das Rosas e Cidade dos Loucos, trabalhamos a arte e a cultura como amálgamas social e plataforma cultural de embelezamento da cidade, revitalização do humano que mora em nós. A partir daí, queremos que o barbacenense compreenda que a partir da loucura da criação é sempre possível movimentos de cura cultural e social, pois curar é tratar, é recuperar a saúde da maneira mais holística possível. Então façamos isso através da arte na loucura que cria.

No dia 16/08, próxima quinta-feira, Barbacena recebe Fred Maia (jornalista, escritor e articulista de políticas públicas), Edson Brandão (criador visual, artista gráfico e ex-presidente da Fundac), Jairo Toledo (Diretor da Fhemig) e Babilak-Bah (percussionista, compositor e poeta paraibano) para uma discussão sobre a Saúde Mental e o comportamento dos pacientes e da sociedade mediante a questão.

Vamos refletir Barbacena neste quadro, participando desta mesa de debate, de forma a trocar experiências com os convidados e demais participantes, valorizando o simbolismo histórico do Museu da Loucura e o trabalho de entorno dos envolvidos à questão psiquiátrica no Brasil.

Dia: 16/08
Local: Museu da Loucura
Horário: 20:00
Convidados: Fred Maia, Edson Brandão, Jairo Toledo, Babilak Bah

Oficina Experimental lúdica de sons e movimentos

“A “Oficina Experimental Lúdica de Sons e Movimentos” pretende ser um espaço coletivo de diálogo e exploração sonora utilizando objetos variados, dando ênfase à ferramenta “enxada” e os enxadigmas (novos instrumentos), sucatas, pequenos efeitos e o silêncio em busca de uma linguagem rítmica-poética-cênica a partir de dinâmicas e tecnologias corporais e sonoras, além da criatividade e história pessoal dos participantes propiciando reflexões sobre o fazer percussivo no Brasil e no mundo.
agregando temas transversais”
Recursos didáticos: postila, exercício rítmicos fazer e prazer percussivo no Brasil. A Historia da music e da percussão. O tambor, o ritmo e sua relação com a historia dos povos e a sociedade o corpo como principio sonoro desenvolvimento de performance.
Relação de instrumentos:
Oficina Experimental Lúdica de Sons e Movimentos”  Das necessidades: 25 pares de baquetas 10 bacias plásticas 10 bacias esmaltadas (tamanho medio) 01 bacia de alumínio com o diâmetro de 15 centímetro 03 berimbaus. 25 enxadas 01 zabumba 03 tambores 20 metros canuites 3 metro de cano PVC (fino) 02 triângulos 02 chocalhos canetas papel oficio vários objetos de sucatas como: garrafas, panelas latas, pedaços de ferro folhas de raio-x, pregos, parafusos, pequenos pedaços de madeiras, chaves
Dia: 15/08
Horário: 10 às 13 e 14 às 18h
Critério: Os participantes deverão ter algum dos instrumentos de percussão listados acima
Público-Alvo: estudantes de artes, músicos
Número de participantes: 25

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Debate audiovisual com Ava Rocha

Ava Rocha, filha de Glauber Rocha, além de carregar consigo a magia da música, traz também a magia do cinema e do audiovisual dentro de si. Produziu “Dramática” (curta), lançou juntamente com o Teatro Oficina o longa “Ardor Irresistível” e também alguns vídeo clipes de suas músicas “Movimento dos Barcos”, dentre outras obras. Traz em sua arte e projeto pessoal, o interesse pela vida e influência familiar, tendo seu irmão Erik Rocha herdado também o talento de cineasta do pai.

Barbacena a recebe no dia 17/08, próxima sexta-feira, para uma Mesa de Debate com a temática do Audiovisual, integrando uma das tantas programações da Terceira Edição do Alambique do Som. O Coletivo 77 e o Circuito Fora do Eixo convidam a todos os profissionais e interessados da área pra participar dessa conversa e pra conhecer o Universo Audiovisual de Ava Rocha!

Data: 17/08/12
Local: Universidade de Música Popular – Bituca;

Horário: 18h00min;